quinta-feira, 25 de junho de 2020

Salve Bolívia Proletária * Observatório Proletários - BR

BOLÍVIA PROLETÁRIA
CARTA DE SOLIDARIEDADE AO POVO BOLIVIANO

O Comitê Anti-imperialista General Abreu e Lima protocolou na tarde desta quarta-feira, 24, documento na Embaixada do Estado Plurinacional da Bolívia no Brasil pedindo a imediata liberdade de todos os presos e presas políticas no país e garantia da eleição presidencial, livre e democrática. Ressalta a nota que "seguiremos acompanhando e ao lado da luta gloriosa e heroica dos povos bolivianos.

Segue abaixo o documento..

Ao Senhor

Wilfredo Rojo Parada

Encarregado de Negócios do Governo Estado Plurinacional da Bolívia no Brasil.



Ilustre Senhor,

O Comitê Anti-imperialista General Abreu e Lima manifesta ao governo do Estado Plurinacional da Bolívia o repúdio às prisões arbitrárias em curso, mesmo durante a pandemia, contra ativistas, parlamentares e o povo boliviano, que resiste aos ataques e desmonte das conquistas obtidas ao longo de muitos anos de luta pelos povos deste país.

Repudiamos e protestamos a perda do filho de Patrícia P. Hermosa, ocorrida na prisão, quando não lhe garantiram o direito elementar a ser mãe. Ela está presa somente por ter sido secretária do presidente Evo Morales. Um ato desumano e cruel por parte do governo da Bolívia.

Repudiamos a ação policial executada por cerca de trinta policiais, em veículos descaracterizados, ao reterem os alimentos que eram levados para a população do Trópico de Cochabamba e prendendo os dirigentes da Coordenadora Popular que realizavam o ato de solidariedade.

Desde o golpe, que não respeitou o resultado de uma eleição legítima e legal, assumiu a direção do país um governo representante dos interesses das oligarquias e do imperialismo, sustentado pelos EUA, com contínuo desrespeito aos devidos processos legais, dos direitos humanos, prisões sumárias, violência e assassinatos, autentica prática dos governos ditatoriais.

Acompanhamos atentos o que está ocorrendo com o povo boliviano, irmãos e irmãs de brasileiros, herdeiros dos povos originários, filhos da Pachamama, responsáveis pela conquista e avanços humanitários e pelo equilíbrio entre a natureza e a sociedade, por isso, repudiamos os crimes em curso, que tem negado a diversidade dos povos andinos, o respeito a legalidade e as conquistas obtidas pelas lutas dos povos bolivianos.

Por isso, manifestamos o pedido de imediata libertação de todos os presos e presas políticas encarcerados na Bolívia, entre outros, relacionamos: Patrícia Pamela, Alejandra Salinas, Catalina Pomba, Dora Frauz, Maria Eugenia Choque, Elena Flores, Lorgia Fuentes, Maria Palácios, Edith C.A., Flora Totola, Deysi Arnez, Martha Rojas e Marianela Revollo.

Repudiamos a prática da “Presidente” Jeanine Añez Chavez, que mesmo como mulher, mãe, profissional e primeira mandatária, tem permitido que os direitos das mulheres sejam violados e permite contínuas ações e declarações misóginas dos funcionários do governo.

O Comitê Anti-imperialista General Abreu e Lima defende o respeito ao processo eleitoral, assegurando o direito ao Movimento ao Socialismo – MAS de participar do processo, pois o que temos verificado é a perseguição, propagação de mentiras e arbítrio no processo. Estamos atentos.

Seguiremos acompanhando e ao lado da luta gloriosa e heróica dos povos bolivianos.

Pela imediata liberdade de todos os presos e presas políticas.

Pela garantia da eleição presidencial, livre e democrática.

Atenciosamente,

Brasília, 23 de junho de 2020

Comitê Anti-imperialista General Abreu e Lima

TODO APOIO ÀS LUTAS DO PROLETARIADO BOLIVIANO
!!!

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Cai Fora Bolsonaro * Observatório Proletários - BR

CAI FORA BOLSONARO
e leve o Mourão de quebra
ACESSE A PROGRAMAÇÃO
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OBSERVATÓRIO PROLETÁRIO BR

Onde Há Racismo Não Há Democracia * Observatório Proletários - BR

Onde Há Racismo
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(
"Quando eu morrer
Não me enterrem
Ao Lado De Um Negro"
Pastor Charles Fox Panham,
fundador das Igrejas Assembléia de Deus.
)
Não Há Democracia

segunda-feira, 22 de junho de 2020

O Dilema de Quem Apóia Bolsonaro * Urias Rocha - MS

O DILEMA DE QUEM APOIA BOLSONARO
 
"Por Urias Rocha, editado com as devidas biografias abaixo"

“Em março deste ano, a equipe de especialista do Imperial College London previu que, no melhor cenário, 44 mil brasileiros morreriam em decorrência da pandemia de COVID-19. [2] Àquela época (parece que já estamos há uma eternidade em distanciamento social), empresários, como Roberto Justus, Luciano Hang e Junior Durski, vieram a público fazer pouco caso das previsões, acusando-as de alarmistas. Em entrevistas e pronunciamentos oficiais em rede nacional, o Presidente Jair Bolsonaro minimizou a doença, referindo-se a ela como uma mera “gripezinha”. Poucos meses depois, porém, a realidade parece ter dado conta de dobrar a língua dos negacionistas. No momento que escrevo este texto, em junho de 2020, as curvas estatísticas da epidemia no Brasil, mesmo sem contar os casos subnotificados, romperam a marca prevista pelo Imperial College e continuam em ascensão. [3] O mundo inteiro assiste atônito ao fiasco de Bolsonaro na condução da crise do coronavírus.
Além da COVID-19, o Brasil ainda tem que lidar com uma crise econômica que já se delineava antes mesmo da pandemia [4], uma disputa entre Governo Federal e Governos Estaduais e Municipais [5] e uma crise institucional em que o Palácio do Planalto se contrapõe e ameaça o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF)  [6]. Isso sem falar nas investigações envolvendo a fabricação e divulgação de notícias falsas por aliados próximos ao Presidente da República [7], nas ligações da família Bolsonaro com as milícias cariocas [8], nos escândalos de corrupção envolvendo os filhos de Bolsonaro [9]e nas acusações de tentativa de interferência na Polícia Federal para proteger familiares e aliados do Presidente. [10] Esse caldo de crises e escândalos escancara a total incompetência e inabilidade de Bolsonaro. Ainda assim, seu núcleo de apoiadores continua irredutível em não reconhecer o desastre de seu governo. Na última pesquisa XP/Ipespe, realizada entre os dias 9 e 11 de junho deste ano, 28% dos entrevistados ainda avaliavam o governo como ótimo e bom. [11] Como isso se explica? Estariam 28% dos brasileiros tão cegos a ponto de se recusarem a ver o óbvio ululante?
Talvez um pequeno trecho da obra “Homo Deus”, de Yuval Harari [12], quando ele lembra um conto de Jorge Luis Borges [3] e as condições da Campanha Italiana na Primeira Guerra Mundial, contenha uma chave de interpretação que possa nos auxiliar a compreender fenômeno tão estranho.
No conto “Um problema”, Borges se pergunta como Dom Quixote reagiria se, no meio de seus delírios, ele houvesse realmente matado um homem. O próprio Borges propõe três respostas possíveis: ou Quixote continuaria vivendo em seu mundo alucinatório, como se nada houvesse acontecido; ou o terror do assassinato o despertaria de sua loucura para sempre; ou, enfim, não podendo negar a morte do homem, ele buscaria, em sua narrativa imaginária, razões que dariam sentido àquele acontecimento fatídico, aprofundando-se ainda mais em sua loucura. Harari sustenta que essa terceira resposta é comum no ambiente político, onde ela é conhecida como síndrome “nossos rapazes não morreram em vão”. E aqui entra a questão da Campanha Italiana.
A Itália entrou na Primeira Guerra Mundial com o objetivo glorioso de recuperar os territórios de Trento e Trieste do Império Austro-Húngaro. Contudo, ela perdeu as doze batalhas que ali travou. Cada batalha lhe custava mais vidas italianas, e, a cada derrota, seu ímpeto bélico apenas aumentava. Afinal, como os políticos italianos poderiam abandonar o campo de batalha após perderem tantas vidas? Como admitir para as famílias dos mortos que a guerra tinha sido um erro? Seria como se todos aqueles homens tivessem morrido por nada, e isso seria insuportável. Então, ao invés de assumir derrota, os italianos reforçaram sua narrativa de glória patriótica. Para que os primeiros rapazes não tivessem morrido em vão, mais rapazes tiveram que morrer. Por um lado, os reforços de narrativa após cada derrota levaram os italianos a uma tragédia ainda maior. Por outro lado, eles dotaram aquela tragédia de um sentido que a tornava mais palatável.
Segundo Harari, a terceira resposta no conto de Borges e a experiência italiana na Primeira Guerra Mundial demonstram como nós, seres humanos, temos uma grande necessidade de dar sentido às nossas vidas, em especial aos nossos fracassos, dores e frustrações. É muito difícil admitir grandes perdas se elas não tiveram propósito nenhum. Por isso, nós conferimos propósitos aos nossos sacrifícios, via de regra através de narrações imaginárias, em que selecionamos experiências específicas, que se encaixam bem na história que queremos contar. E “quanto mais nos sacrificamos em benefício de uma história imaginária, mais forte ela se torna, porque desesperadamente queremos dar sentido ao sacrifício e ao sofrimento que causamos”. [14]
Essa é uma chave importante para compreender o dilema dos bolsonaristas hoje.
O apoio a Bolsonaro teve e continua tendo um alto custo. Pessoas investiram muito dinheiro, tempo e energia nas ações de promoção do bolsonarismo e de sua fábrica de notícias falsas. Alguns chegaram a abandonar seus empregos. Outros penhoraram sua credibilidade. Famílias inteiras estão cindidas, amizades de décadas estão desfeitas e princípios básicos de dignidade e decência tiveram que ser postos em suspenso. Enquanto o motor do bolsonarismo queima mentira, ódio e agressão, do seu escapamento solta-se uma fumaça espessa de sofrimento que atinge a todos ao seu redor, quer sejam apologistas, opositores ou desavisados.
Neste momento, o real da tragédia brasileira atesta o desastre anunciado que sempre foi Bolsonaro. A narrativa do herói nacional, que colocaria a economia nos trilhos, acabaria com a corrupção política e salvaria o país da ameaça dos comunista do Foro de São Paulo, já não encontra nenhum lastro na realidade – se é que algum dia o encontrou. É bem verdade que a própria alcunha de “mito” há muito indicava o caráter quimérico da figura que se construiu sobre o personagem Bolsonaro. Mas essa foi uma fábula em que seguimentos inteiros da população brasileira decidiram acreditar e ajudar a escrever. Ocorre que a tinta usada para registrar esse conto foi extraída de muita dor e sofrimento. Diante disso, admitir a mentira do bolsonarismo seria admitir também que os imensos sacrifícios e as aflições atrozes que ele causou não tiveram sentido e não serviram para nada. Para muitas pessoas, isso é insuportável. E, por essa razão, elas continuam agarradas à mentira. Repetem-na. Reforçam-na.
O reforço das narrativas bolsonaristas implica também um aprofundamento no delírio. Não é à toa que presenciamos sucessivas subidas de tom de Jair Bolsonaro, seus filhos, seus ministros e seus apoiadores. Manifestações reivindicando o fechamento do Congresso e do STF contam com a participação do Presidente. [15] Filho de Bolsonaro fala abertamente em AI-5 e ruptura institucional. [16] Ministros de Estado sonham com a prisão de Governadores, Prefeitos e Magistrados. [17] Tudo isso sob os aplausos efusivos da claque, que, reproduzindo o comportamento do ídolo, invade hospitais, agride profissionais de saúde [19] e atira fogos contra a Suprema Corte. [20] Todos foram longe demais na narrativa e no sofrimento que ela engendra. Comprometeram-se a tal ponto que não podem mais voltar atrás. Como gatos acuados, não tendo aonde fugir, ofendem e atacam.
Pode ser paradoxal, mas, “quanto mais doloroso o sacrifício, maior a crença na existência do imaginário receptor do sacrifício”. [21] As oferendas a Bolsonaro foram numerosas, feitas às custas de muito suplício. Se algo ainda sustenta a base de apoio bolsonarista é a necessidade de garantir que essas oferendas não tenham sido em vão, ainda que, para isso, mais sacrifícios tenham que ser feitos. Assim como na Campanha Italiana da Primeira Guerra Mundial, a exigência de manutenção do discurso bolsonarista já está cobrando seu preço em vida humanas. Mas, enquanto o drama italiano culminou com a ascensão de Benito Mussolini e do fascismo, aqui, apesar de todos os sinais, eu ainda espero que tenhamos melhor sorte."

Lucas de Melo Prado é mestre em Ciência Jurídica pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Professor de Direito do Sinergia Sistema de Ensino (Navegantes – SC).

Notas:
[1] HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve história do amanhã. Trad. Paulo Geiger. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 305.

[2] WALKER, Patrick et al. Report 12: the global impact of COVID-19 and strategies for mitigation and supression. Imperial College London Website, COVID-19 Reports, 26 March 2020. Disponível em: <https://www.imperial.ac.uk/mrc-global-infectious-disease-analysis/covid-19/report-12-global-impact-covid-19/>. Acesso em: 14 jun. 2020.

[3] BRASIL. Ministério da Saúde. Coronavírus Brasil. 2020. Disponível em: <https://covid.saude.gov.br/>. Acesso em: 17 jun. 2020.

[4] LINDER, Larissa. Brasil caminha para maior crise econômica de sua história. UOL, 19 maio 2020. Disponível em: <https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/05/19/brasil-caminha-para-maior-crise-economica-de-sua-historia.htm>. Acesso em: 15 jun. 2020; BOVESPA fecha em queda após pior mês em mais de 20 anos. G1, 1º abr. 2020. Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/01/bovespa.ghtml>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[5] PRADO, Débora; JUNQUEIRA, Cairo. A queda de braço entre governadores e Bolsonaro. Le Monde Diplomatique Brasil, 26 mar. 2020. Disponível em: <https://diplomatique.org.br/a-queda-de-braco-entre-governadores-e-bolsonaro/>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[6] SARDINHA, Edson; SAID, Flávia. Presença em ato agrava crise entre Bolsonaro e Congresso e STF. Congresso em Foco, 15 mar. 2020. Disponível em: <https://congressoemfoco.uol.com.br/governo/presenca-em-ato-agrava-crise-entre-bolsonaro-e-congresso-e-stf/>. Acesso em: 15 jun. 2020; RECONDO, Felipe. Sem precedentes: escalada da crise entre Bolsonaro e o STF. Jota, 29 maio 2020. Disponível em: <https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/sem-precedentes-escalada-da-crise-entre-bolsonaro-e-o-stf-29052020>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[7] INQUÉRITO do STF sobre fake news: entenda as polêmicas da investigação que provoca atrito entre Bolsonaro e a Corte. BBC News Brasil, 27 maio 2020. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52824346>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[8] CALIXTO, Larissa. Dez fatos que ligam a família Bolsonaro a milicianos. Congresso em Foco, 23 dez. 2019. Disponível em: <https://congressoemfoco.uol.com.br/congresso-em-foco/dez-fatos-que-ligam-a-familia-bolsonaro-a-milicianos/>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[9] AS 6 frentes de investigação que envolvem a família Bolsonaro. BBC News Brasil, 24 dez. 2019. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/brasil-50810066>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[10] BENITES, Afons; BEDINELLI, Talita. Sérgio Moro acusa Bolsonaro de interferência política na PF e deixa governo. El País Brasil, 24 abr. 2020. Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2020-04-24/sergio-moro-acusa-bolsonaro-de-interferencia-politica-na-pf-e-deixa-governo.html>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[11] XP INVESTIMENTOS. Pesquisa XP Ipespe: 9 a 11 de junho de 2020. Portal XP Investimentos, Histórico de Pesquisas XP, XP Política, jun. 2020. Disponível em: <https://conteudos.xpi.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Pesquisa-XP_-2020_06-v2.pdf>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[12] HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve história do amanhã. Trad. Paulo Geiger. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 302-307.

[13] BORGES, Jorge Luis. Un problema. Ciudad Seva: Casa Digital del Escritor Luis López Nieves, 1960. Disponível em: <https://ciudadseva.com/texto/un-problema/>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[14] HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve história do amanhã. Trad. Paulo Geiger. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 303.

[15] BOLSONARO volta a apoiar ato antidemocrático contra o STF e o Congresso, em Brasília. G1, Fantástico, 3 maio 2020. Disponível em: <https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2020/05/03/bolsonaro-volta-a-apoiar-ato-antidemocratico-contra-o-stf-e-o-congresso-em-brasilia.ghtml>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[16] EDUARDO Bolsonaro fala em novo AI-5 “se esquerda radicalizar”. UOL, 31 out. 2019. Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/10/31/eduardo-bolsonaro-fala-em-novo-ai-5-se-esquerda-radicalizar.htm>. Acesso em: 15 jun. 2020; EDUARDO Bolsonaro diz que haverá “ruptura institucional no país. Correio Brasiliense, 28 maio 2020. Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2020/05/28/interna_politica,858869/eduardo-bolsonaro-diz-que-havera-ruptura-institucional-no-pais.shtml>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[17] MACEDO, Fausto et al. Em vídeo, Weintraub pede prisão de ministros do STF e Damares, de governadores. UOL, Política, 12 maio 2020. Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2020/05/12/em-video-weintraub-pede-prisao-de-ministros-do-stf-e-damares-de-governadores.htm>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[18] LEAL, Arthur. Grupo chuta portas e derruba computadores em alas de pacientes com covid-19 no Ronaldo Gazolla. O Globo, 12 jun. 2020. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/rio/grupo-chuta-portas-derruba-computadores-em-alas-de-pacientes-com-covid-19-no-ronaldo-gazolla-24477088>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[19] ‘PROFISSIONAIS no mundo são aplaudidos, e no Brasil a gente apanha’, diz enfermeira agredida em ato no DF. G1 DF, 1º maio 2020. Disponível em: <https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2020/05/01/profissionais-no-mundo-sao-aplaudidos-e-no-brasil-a-gente-apanha-diz-enfermeira-agredida-em-ato-no-df.ghtml>. Acesso em: 15 jun. 2020; MARTINS, Marco Antônio. Médica agredida após reclamar de festa durante isolamento social no Rio passa por cirurgia e coloca parafusos na perna. G1 Rio, 13 jun. 2020. Disponível em: <https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/06/13/medica-agredida-apos-reclamar-de-festa-durante-isolamento-social-no-rio-passa-por-cirurgia-e-coloca-parafusos-na-perna.ghtml>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[20] GRUPO de apoiadores de Bolsonaro lança fogos de artifício contra o prédio do STF. G1, Política, Brasília, 14 jun. 2020. Disponível em: <https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/06/14/grupo-de-apoiadores-de-bolsonaro-lanca-fogos-de-artificio-contra-o-predio-do-stf.ghtml>. Acesso em: 15 jun. 2020.

[21] HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve história do amanhã. Trad. Paulo Geiger. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 305. 

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A Música Derruba Ditadores * Observatório Proletários - BR

Hino Fora Bolsonaro
Fora com Jair
Rogério Silva( cantos e compositor) 
e Namir Martins
Hino Fora Bolsonaro
Namir Martins 
Coletivo Desmascarando o Bozo Já!
A músicas, bem como todas as Artes, sempre derrubaram ditaduras. Não vou remontar a longos tempos, mas gostaria de sugerir a quem nunca cantou CAMINHANDO, de Geraldo Vandré, MARIA MARIA, de Milton Nascimento, CONSTRUÇÃO, de Chico Buarque, que faça esse exercício para aquecer a memória e constatar a força que a música em geral e em especial, a brasileira, tem na construção de novos valores. 
Por incrível que pareça, seja em forma de paródia ou criações próprias, a música brasileira vem nos oferecendo belos momentos. E assim, de canção em canção, vamos despertando as consciências para a necessidade da cidadania, do respeito aos direitos humanos, da liberdade, da solidariedade, dos repeito mútuo e da proteção aos direitos fundamentais dos trabalhadores e dos setores sociais menor favorecidos.
Até uma bem zombeteira CANETA AZUL, do Manoel Gomes, contribui para desmoralizar o imundo chefe da familícia lá no planalto.
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sexta-feira, 19 de junho de 2020

FORA FASCISTAS * Torcidas Organizadas RJ

ENFRENTAR O FASCISMO/RACISMO

TAMBÉM É ATIVIDADE ESSENCIAL


Nós torcedores dos coletivos abaixo-assinado vimos denunciar e repudiar de forma veemente o desrespeito à vida que significa o retorno do futebol no Rio de Janeiro.


Amamos o futebol, mas amamos primeiramente o respeito à vida.


Diante dos números impressionantes de infectados e mortes que estão ocorrendo e de forma crescente em nossa cidade e estado, não nos calaremos e por isso estamos nas ruas.


O governo Bolsonaro também é cúmplice desta decisão de retornar o futebol em período de crescimento da pandemia. Na verdade Bolsonaro é o impulsionador desta postura de desrespeito às normas preconizadas por cientistas, especialistas e principalmente pela Organização Mundial de Saúde - OMS.


A atividade de hoje nas imediações do Maracanã, quando ocorre a partida entre Flamengo e Bangu, é unitária e congrega torcedores de seis clubes, flamenguistas, vascaínos, tricolores, botafoguenses, banguenses e americanos. E essa unidade é uma evidente demonstração de que o clamor por respeito à vida transcende a questão da paixão clubística individual de cada um.


FORA Bolsonaro!

FORA Witzel!

FORA Crivella!

VIDAS NEGRAS IMPORTAM!!

FORA FASCISTAS!!

CHEGA DE MORTES!


*Vascaínos de Esquerda, Democracia Rubro-Negra, Tricolores de Esquerda, Resistência Rubro-Negra, Botafogo Antifascista, Esquerda Rubro-Negra, Comuna Rubro-Negra, Castores da Guilherme, Vasco Comunista, Bolch Fla e AnarcomunAmérica*.

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quinta-feira, 18 de junho de 2020

ATO MUNDIAL STOP BOLSONARO / MOURÃO * Observatório Proletários - BR

ATO MUNDIAL STOP BOLSONARO
ELEIÇÕES DIRETAS JÁ!!
REVOGAÇÃO DAS PRIVATIZAÇÕES
REVOGAÇÃO DAS REFORMAS
 TRABALHISTA  E PREVIDENCIÁRIA
NENHUM DIREITO A MENOS
!!!

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Não Vou Falar de Política * Edilberto Cleuton - RN


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA
 
Tenho ouvido e lido a expressão “não vamos falar de política” com cada vez mais frequência e evidente irritação de quem diz. Curiosa negação vinda justamente quando a política arde aos olhos de quem vê tudo que se passa neste país beligerante. Tanto me disseram que assumo o “não”. Não vou falar de política. Vou falar porque motivo não aceito Bolsonaro e o bolsonarismo emergente neste momento triste da vida nacional. Eu teria de fato mil razões políticas para falar, mas tenho mil e uma outras razões para sentir em mim a ojeriza a tudo que estamos passando. Venho, portanto, agora a falar, não de política, mas de humanidade.

É de minha natureza, contra que não pretendo lutar, acreditar que as pessoas mereçam a liberdade de ser, de pensar e de sentir. Não concebo razões para que qualquer pessoa seja discriminada, violentada e excluída de qualquer direito humano seja porque motivo for. Não importam suas orientações ideológicas, religiosas ou sexuais. Tampouco a condição social e de gênero, ou cor. Nada justifica uma injustiça contra quem quer que seja. Sequer aspiro à justiça movido por princípios religiosos: não são as minhas crenças ou preceitos religiosos que me orientam sobre o que considero o bem e a bondade. Em minhas concepções de mundo, a ética prescinde de crenças ou mesmo jurisprudências. Não é necessariamente a lei que se me impõe. Mas me rejo pelos princípios morais solidificados em mim. Creio na liberdade, creio na vida, creio na igualdade de direitos e oportunidades.

Jamais conseguiria, por isso, defender a ditadura, a censura do pensamento, ou morte de quem quer que seja. Jamais verei a opressão, a fome dos necessitados, o desdém e a violência contra pobres, pretos, gays, índios, mulheres, sem tomar-me de indignação e revolta. Minha fé é deste mundo, plena de humanidade. Não aspiro ao que transcende nem busco minha salvação. Busco um mundo pacífico, solidário, e humanista, em que maior que a pátria seja a justiça entre os homens.  Sei que em função de minhas convicções apontar-me-ão o dedo da acusação a gritarem-me: esquerdista! Comunista!... como não o ser? Se esquerdista e comunista significa a muitos hoje em dia, sem qualquer conhecimento crítico e histórico do sentido destes conceitos, acreditar que o bem comum é possível e que a sociedade pode ser mais justa, mais humana, sem oprimir, sem explorar ou submeter qualquer pessoa a condições degradantes e humilhantes, assumo de bom grado o que para alguns é uma ofensa.

Justamente, em função deste meu sentimento de mundo, o que vejo hoje emblemado na figura de Bolsonaro e de seu séquito é o oposto do que acredito como humanismo ou mesmo o que aspiro à humanidade. Não vou discutir o que subjaz nos bastidores do poder a justificar a sua eleição, tampouco discuto agora o projeto político a que ele serve, contrário aos interesses trabalhistas, ambientais e sociais, mas renego justamente o discurso anti-humanitário. Eu jamais optaria por seguir alguém cujo signo mais forte fosse uma arma e cujo discurso incitasse em mim o crime e o assassinato, movido por um desejo de vingança e uma fúria no gesto e no olhar. Em todas as ocasiões públicas de Bolsonaro, foi sempre este emblema que se elevou. A mesma coisa percebo em seus seguidores: há um ódio latejante em cada fala, em cada gesto e cada olhar.

Na oratória de Bolsonaro, há um discurso do não gritante. Não se trata de uma negativa no sentido de pôr em xeque um pensamento e dar vazão a que circule a corrente do entendimento. Mas simplesmente um “não” cortante e ameaçador, um não grávido de morte. Não se discute o contraditório, agride-se veemente o pensamento contrário. O único sim que se destaca em sua fala, pela importância histórica, foi justamente aquele que votava pelo impeachment da presidenta Dilma. Todavia, justamente esse sim negava a civilidade, a empatia, a solidariedade, e qualquer traço de humanidade justamente ao dedicar seu voto à tortura e ao torturador, apontados como o terror daquela mulher, e por que seria um terror se não representasse a dor? Seu único sim foi uma exaltação à desumanidade, à barbárie, ao estupro, à crueldade, à degradação e à morte. Fora isto, suas falas impõem que se calem todos, que parem, que matem, que morram, que se destrua, que acabe, que extermine. O que se implanta neste momento no Brasil é um signo de morte, a semear a discórdia e oprimir o diferente. Não serei o poeta deste mundo imundo. Minha natureza alia-se à beleza da vida e à grandeza da justiça: não há vida onde imperem a dor e o sofrimento; não há justiça onde não há humanidade.

Edilberto C. – Educador Sim/RN
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terça-feira, 16 de junho de 2020

A União é o Único Caminho * Comitê Mundial Stop Bolsonaro

A união é o único caminho
Comitê Mundial Stop Bolsonaro


A idéia de fazer um ato internacional unificado voltou com toda força em Fevereiro de 2020, sim, porque na verdade queríamos Bolsonaro e Mourão fora desde que eles foram eleitos com as fakenews que plantaram. 

Desde que ganharam as eleições, explodiu o o desmatamento, o assassinato de indígenas, negros, mulheres, gays e líderes populares, o ataque sistemático, a cultura, a educação, o aumento da precarização do trabalho, a estagnação da economia, e volta que voltou a rondar milhões de famílias no Brasil, e aos mesmo tempo, aumentou a truculência dos apoiadores do presidente, que tem ao seu lado, milícias, militares e policiais violentos e gananciosos, saudosos da ditadura e as pessoas mais ignorantes, desumanas e mesquinhas desse país. 

A receita da ideologia bolsonarista agudizou a crise politica brasileira, se não forem contidos a tempo, o país viverá em caos e miséria por décadas e tornará a vida de todos nós um pesadelo, e desde já coloca nossa vida e a de nossos filhos em risco. 

Mas veio o carnaval e o vírus, o ato teve que ser adiado, agora basta! Entendemos que não podemos mais protelar nosso protesto sob pena de se o fizermos, não restar mais Brasil para salvar das garras do monstro do planalto. 

Somos cidadãs e cidadãos brasileir@s e de outras nacionalidades de vários cantos do mundo, contamos com o apoio de grupos de direitos humanos, coletivos pela paz e pela democracia, partidos, sindicatos, líderes populares e religiosos. 

Estamos do lado certo da história e não descansaremos enquanto não derrubarmos a chapa Bolsonaro/Mourão e conseguirmos de volta todos nossos direitos sociais, humanos, ambientais, trabalhistas e econômicos que foram roubados pelos governos Temer e Bolsonaro.


Comitê Mundial Stop Bolsonaro

sábado, 13 de junho de 2020

SÍNDROME DE VIETNAM CARIBEÑO * Jose Ariza - Colômbia

“SINDROME DE VIETNAM” CARIBEÑO


JOSE ARIZA - Colômbia
Recordar con satisfacción las imágenes, colgadas en internet, del día 30 de Abril de 1975 en que EEUU decide huir apresuradamente de Vietnam ante la caída inminente de Saigón, ver como lanzan por la borda de los portaviones cientos de helicópteros de ultima generación para que no puedan ser usados por los rebeldes del Vietcong, ver la fila de funcionarios gringos y colaboradores vendepatria subiéndose desesperados al ultimo helicóptero desde la terraza de la embajada abandonada de los invasores, incluso algunos colgados que se caían al vacío, las imágenes de la población civil que salía a aplaudir y abrazar a los “guerreros de los pies descalzos” que vencían a la mayor potencia militar, ver las marchas multitudinarias en varias ciudades norteamericanas que celebraban jubilosas la derrota de su ejercito asesino que condeno a miles y miles de adolecentes que murieron sin entender porque estaban allá y que merma la satisfacción por el tamaño de la tragedia humanitaria para mas de 100 mil jóvenes y sus familias, como carne de cañón de un imperio que mato cruelmente a mas de 5 millones de vietnamitas, muchos de ellos niños, mujeres, ancianos, enfermos, como simboliza la famosa foto de los niños bañados en napalm.

El “síndrome de Vietnam”, el miedo a involucrarse nuevamente en una “Creep missión” seguirá persiguiendo las oscuras misiones militares gringas contra los pueblos, y pareciera que ahora se repite ese escenario : el reciente y rotundo fracaso de la invasión paramilitar iniciada en Barranquilla y la Guajira colombiana, financiada con cientos de millones de dólares robados al patrimonio venezolano por la ampliada banda multinacional de “los rastrojos”, donde están Guaidog, Uribe, Duque, Moreno, Bolsonaro, etc., porque no hay mejor nombre que los describa, arrastrados ante la agenda del imperialismo fascista,  según el diccionario, basura inservible arrastrada que debe ser recogida antes de la nueva siembra.

Es gratificante ver otra vez a la sociedad norteamericana indignada retando un orden antisocial hipócrita y mantenido por los medios de manipulación de la opinión pública, similar a los enormes movilizaciones de la década del 60 y 70 cuando surgió el maravilloso movimiento contracultural Hippie que propino una gran derrota simbólica y mediática al pentágono, una de las principales causas de la derrota del imperialismo en Vietnam, que lamentablemente fue absorbida por el consumismo capitalista mediante su trivialización e instrumentalización funcional, ante el fracaso de su campaña de desprestigio inicial, igual que lo han hecho con la figura del Che, los Black Panthers o las medicinas ancestrales y sus plantas sagradas como el Cannabis, entre otros muchos, iniciando además una cruzada de creación de sectas evangélicas y seudoreligiosas desde 1963 con el famoso CIDOC en Nueva York financiado por el gobierno norteamericano y como arma de guerra religiosa para el control social elitista de las grandes mayorías.

El escenario de derrotas actuales de Trump, no significa que el imperialismo, que va mucho más allá de Trump y EEUU, sea derrotado, no significa que desistan de seguir atentando contra los pueblos para imponer su hegemonía supremacista blanca, incluso, como lo vemos ahora, contra el propio pueblo norteamericano, solo que ahora se presenta una nueva correlación de fuerzas mundial que no están dispuestos a seguirle permitiendo tanta impunidad, ya China, Rusia, Corea del Norte e Irán, todas potencias nucleares,  han enviado mensajes claros a la prepotencia fascista que gobierna EEUU, no solo eso, están desafiando sus ladridos, pues los 5 buques petroleros iraníes que pasaron delante de la IV flota y su bloqueo naval, fueron una derrota simbólica tan importante como la derrota de Vietnam, solo que sin disparar una sola bala, significo demostrar que la solidaridad es más fuerte que la amenaza, que las armas poco pueden contra las convicciones profundas, como poco pudieron para desarmar la gloriosa revolución cubana aun a pesar de otro bloqueo naval allá en 1962 y que provoco la crisis de los misiles y el inicio de la guerra fría.


El capitalismo está herido de muerte y la mafia corporativa imperialista del FMI pretende que sean los pueblos los que lo levanten sobre su lomo, todos los derechos alcanzados por la sangre obrera les estorban, necesitan garantizar un modelo de esclavismo que permita garantizar sus privilegios, cuentan con todas las armas desarrolladas en la posguerra: los medios de manipulación masiva, la religión, la estructura jurídica local e internacional, la guerra simbólica y emocional, la dinámica política lacaya territorial enemiga de sus pueblos, los ejércitos y policías adoctrinados por israelíes, gringos, etc., como tropas de ocupación al servicio de intereses imperialistas, etc.

Esta pandemia ha desnudado al neoliberalismo y sus falsas promesas al abandonar a los más vulnerables a su suerte, es una gran oportunidad para crear conciencia en las mayorías sobre la realidad de este sistema que nos pone la pata en el cuello, pero la desesperación siempre juega en contra de sus víctimas, si no logramos encauzar el descontento popular y evitar que caiga en anarquía que justifique la militarización de toda la sociedad, que es la apuesta de todas las fuerzas antidemocráticas y guerreristas para desconocer los acuerdos sociales de convivencia, las constituciones de las repúblicas, para aplicar mano dura a petición de los mismos ciudadanos que se sientan amenazados por este inestable ambiente anárquico desbordado, funcionalizado por los medios, permitiendo la aparición de “lideres” autoritarios “religiosos” como sucedió en la Bolivia de Camacho y Añez, en la Colombia uribista, en la Alemania de Hitler, etc.

Nos quieren arrinconar hacia el militarismo, quieren regresarnos a las criminales dictaduras que padecimos en las décadas del 60-80, quieren convencernos que estamos condenados a seguir siendo esclavos y exportadores de materias primas, a regalarles nuestros patrimonios, a aceptar su humillación supremacista blanca, que nada podemos contra sus poderes casi divinos, casi todas las sectas vienen de los asesinos de Israel o EEUU, tanto nos menosprecian y nos manipulan tan fácilmente, pero también es el momento crucial de los pueblos, de la conciencia planetaria, del despertar sin miedo, de replantear todo y asumir nuestras responsabilidades y nuestros derechos plenos, de no seguir soportando, de exigir que nos quiten la pata del cuello los abusadores de siempre, ya algunos pueblos hermanos están demostrando cual es el camino: Venezuela, Cuba, China, Rusia, Irán, desafiando a la bestia imperialista y venciéndola, debemos seguir venciendo, de eso depende nuestro futuro, de eso depende que este mundo realmente sea uno mejor posible de convivencia pacífica equitativa con todos los seres, debemos seguir venciendo, los pueblos, los humildes venceremos. 

Jose Ariza, 

Red de Solidaridad entre los pueblos, Red de Psicólogos Nuestroamericanos, Comité del Pueblo en resistencia, BRICS Ecuador, Colombianos por la Paz Internacional.
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sexta-feira, 12 de junho de 2020

Comitê Lula Livre Madrid * Observatório Proletários - BR

COMITÊ LULA LIVRE MADRID
Comitê Lula Livre Madrid
https://www.facebook.com/Comité-Lula-Libre-Madrid-351408998804799/
Grupo Facebook Comitê Lula Livre Madrid
https://www.facebook.com/groups/947589942258675/
Com Luiz Marinho, 
na entrega do Prêmio Nícolas Salmeron, 
dedicado ao Presidente Lula.
Festa do Partido Comunista Espanhol
VÍDEO 1º ANIVERSÁRIO
 
DO COMITÊ LULA LIVRE MADRID

Comitê Lula Livre de Madrid comemora

seu 1º Aniversário durante confinamento


As crianças espanholas, que fizeram aniversário a partir da segunda quinzena de março, não puderam fazer festa para comemorar a data. Nos condomínios com pátio interno os aniversários eram avisados pelos grupos de WhatsApp dos vizinhos, que aproveitavam pra cantar parabéns quando todos saiam às janelas para aplaudir o pessoal da Saúde, às 20:00 horas. Depois os pais mandavam um vídeo da criança agradecendo a vizinhança e todo elogiavam. Foi a maneira que encontraram para dar certa alegria aos aniversariantes e sobretudo um comemoração, afinal “commemorare” vem do latim, “com” em comum, “memorare”  trazer à memória, ou seja, lembrar juntos. 


O Comitê Lula Livre de Madrid

(https://www.facebook.com/Comit%C3%A9-Lula-Libre-Madrid-351408998804799/)


fez seu 1ª Aniversário também em pleno confinamento, o Ato seguido de festa que estavam agendados há tempos, foram cancelados.

A ativista Renecéya de Mello

(https://www.facebook.com/reneceya),


integrante do comitê, conta que aprendeu a editar vídeos por isso, ela não queria que a data passasse em branco, por isso editou um vídeo com os melhores momentos durante este primeiro ano de luta, mas a coisa não parou aí, depois do vídeo editado veio outra idéia, a de editar um vídeo com pessoas parabenizando o Comitê.


 Assim foi como chegaram os parabéns. Primeiro foi de coletivos migrantes na Espanha, depois de lideranças políticas dos principais partidos progressistas da Espanha e, para terminar este tão grande reconhecimento por um ano de aguerrida luta, chega também as felicitações brasileiras.


Os votos de felicidades chegavam com frases de ânimo, sempre acompanhadas de uma palavra de ordem reclamando justiça para o ex-presidente Lula.

Quem quiser ver os vídeos na íntegra, basta olhar o presente de aniversário que o Comitê ganhou, isso mesmo, porque com tantos vídeos de felicitações, nada melhor que um

Canal de YouTube

(https://www.youtube.com/channel/UCNzDH4VCaccjdGXWt5eXGvw?view_as=subscriber),


onde estão todos os vídeos, inclusive o da campanha de prevenção à Covid-19, feito com a participação de integrantes do Comitê. 

Aqui trazemos um “pot-pourri” dos votos de felicidades, com uma felicitação especial do artista revelação do mês, Belinho da Silva, o cearense que ficou conhecido nas RRSS por causa da sua paródia


Faroeste caos Bozo

(https://www.youtube.com/watch?v=mGjDmrs2NxE&t=27s).


(Texto, fotos e videos: Reneceya Mello )

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Vidas Negras Importam * Observatório Proletários - BR

VIDAS NEGRAS IMPORTAM



ABAIXO A VIOLÊNCIA POLICIAL
ABAIXO O TERRORISMO DE ESTADO
ABAIXO O FASCISMO

PRIVATIZAR SERVIÇOS PÚBLICOS É CRIME * Observatório Proletários - BR

PRIVATIZAR SERVIÇOS PÚBLICOS É CRIME
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O Grito da Batalha: Quem Espera Nunca Alcança * Pedro César Batista - DF


“O grito da batalha: Quem espera, nunca alcança! ”



Pedro César Batista - DF

Unidade de Classe contra o opressor e seus lacaios.

A classe dominante conseguiu muitos aliados no meio dos explorados. Repete-se regularmente que não há mais luta de classes, que é preciso avançar na defesa dos interesses e empoderamento de categorias e setores, o que permitirá melhorar o capitalismo, dando-lhe uma face mais humana, e assim avançar na busca de outra sociedade, onde não exista mais explorados e exploradores.

Não faltam organizações e militantes que atuam exclusivamente em busca da hegemonia, protagonismo e empoderamento, na maioria das vezes com a perspectiva eleitoral, eleger seus quadros e ocupar espaço dentro do estado burguês. Não questionam o modelo de produção ou distribuição da sociedade capitalista, atuam apenas em torno de seus interesses específicos.

Em tempo de paz, no lugar de avançar a consciência de classe, possibilitar aos setores produtivos o protagonismo da história, fortaleceu-se uma concepção de empreendedorismo, individualismo, consumismo e da luta de setores identitários, sem destacar que a sociedade é formada pelos detentores dos meios de produção, controladores das armas, leis e do Estado, e pelos que vendem o seu trabalho, manual ou intelectual, dedicam sua energia e inteligência para produzir e prestar serviços que são apropriados pelos ricos que ficam cada vez mais ricos, ao mesmo tempo que os pobres mais pobres se tornam. Para estes deixam o sonho em comprar um novo modelo de automóvel, possuir altos salários e integrar a classe dominante, usufruir e consumir produtos e serviços produzidos por eles mesmos. Uma poderosa máquina de propaganda alimenta esta ilusão.

O empoderamento individual e de grupos setoriais substituiu a busca pela transformação da sociedade, a construção do poder popular e a conquista da revolução, a ruptura entre explorados e exploradores. Torna-se comum trabalhadores traírem sua classe em busca do status e micro poder, que nada altera as relações sociais e econômicas entre as classes.

Os partidos ligados aos interesses da classe trabalhadora, no lugar de forjar uma consciência baseada na história do desenvolvimento humano, propagam a ilusão de que basta votar, fortalecer sua corrente e hegemonizar movimentos que se avançará rumo a emancipação da classe trabalhadora. Lembram os encantadores de serpente, mágicos de quinta categoria ou pastores falastrões, que curam qualquer doença. Ilusionistas da crendice popular e falta de consciência sobre as contradições que permitem fazer a sociedade se desenvolver.

O desejo é cada um ter uma organização para dizer que é sua. Fazer um movimento para dizer que é seu. Ter uma corrente ou segmento que esteja sob a sua direção. Não levantam a bandeira da emancipação de classe, criam seguidores que aplaudem e repetem o que seus chefes afirmam. Verdadeiros oportunistas e demagogos se espalham. São substituídos pela revolta inconsciente da juventude, rebeliões de massas que não mais se sujeitam a opressão burguesa, apesar de muitos sonharem em substituir os senhores, não em destruí-los.

Aproveitando-se da despolitização, falta de coesão e consciência entres a classe trabalhadora a burguesia avança, fortalece seus setores mais violentos e reacionários, realiza cruéis ataques aos direitos sociais, políticos e econômicos conquistados ao longo de lutas na história. Neste quadro, usam, inclusive, a pandemia para dividir, desarticular e eliminar a resistência dos pobres contra os poderosos.

Paz entre nós, guerra aos senhores, afirma verso de A Internacional, que segue tão atual quanto necessária para derrotar os parasitas que se nutrem de nosso sangue, suor e trabalho. Por isso, forjar a união e organização da classe trabalhadora é a garantia de avançar na história e derrotar os inimigos de classe, começando pelos fascistas que estão no poder.
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