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sexta-feira, 1 de maio de 2020

CORONAVÍRUS, BOLSONARO….E DAÍ ! * Maurício Caleiro - SP


CORONAVÍRUS, BOLSONARO….E DAÍ
 
A cada dia vai ficando mais claro que o Brasil, sob Bolsonaro, vai lidar com a Convid-19 do modo como as elites historicamente lidam com os problemas que afligem a toda a população: dando tratamento privilegiado aos ricos, assistindo a classe média e deixando a grande maioria de pobres à própria sorte - o que, no caso da Covid-19, significa condenação à morte, muitas vezes precedida de muito sofrimento.

Vejamos três casos:

Rio - Multiplicam-se os casos e os óbitos nas favelas, onde nem o Samu nem a PM estariam indo e corpos já apodreceriam ao relento, segundo reportagem de hoje d'O Globo;

SP - Duplicou o número de casos nas maiores favelas da Zona Sul e aumentaram 50% as mortes na Brasilândia, área muito populosa, indício que confirmaria o prognóstico de uma explosão de contágio na Zona Norte nas próximas semanas;

Amazonas -  Em Manaus e em Belém, não só o sistema hospitalar já se encontra esgotado, mas também o sistema funerário. Nem os enterros coletivos adotados na primeira cidade têm sido suficientes para dar conta da demanda, o que açula o temor real de termos uma nova Guayaquil, com corpos nas ruas, sob as altas temperaturas da região.

É triste, é inaceitável, mas de modo algum é exceção. O esgotamento da rede hospitalar é realidade em diversas regiões.

O diagnóstico dos especialistas é que a diminuição dos índices de isolamento social - iniciada após o comportamento e as falas irresponsáveis de Bolsonaro - tornou impossível precisar quando exatamente será o pico de casos e qual o tamanho da mortandade.

O certo é que maio deve ser um mês catastrófico, sobretudo nas periferias e favelas.

Com números oficiais que os cientistas consideram de 7 a 8 vezes menores do que os reais, a bem-sucedida operação-subnotificação comandada pelo Planalto deve lograr repetir, ainda, uma das práticas recorrentes da elite brasileira: jogar o lixo para debaixo do debate, impedindo conflitos e impossibilitando que o povo do país venha a saber qual a verdade sobre sua própria tragédia.


MAURÍCIO CALEIRO - SP
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quinta-feira, 30 de abril de 2020

E DAÍ SE, DE JOELHOS; MORRAM POBRES OPRIMIDOS? Edilberto C - AL

E DAÍ SE, DE JOELHOS; MORRAM POBRES OPRIMIDOS?


Submeter de joelhos, na História da humanidade, sempre esteve ligado à dominação. Tanto pode a pessoa se submeter voluntariamente quanto em vista da força de um adversário ou inimigo. Nestes casos, a genuflexão é involuntária. Ajoelha-se “voluntariamente” por devoção ao se demonstrar submissão ou subserviência diante do sagrado ou de uma divindade. Em qualquer dos casos, este gesto tanto pode representar humildade, de quem assume sua condição inferior, diante de Deus ou de um Rei, quanto pode significar humilhação, nos casos de demonstração de força e poder.

A foto de trabalhadoras ajoelhadas em frente a seus locais de trabalho circulou em todas as redes. Amordaçadas pela pandemia da guerra biológica, de joelhos, braços cruzados à frente ou atrás, olhando para o chão. Todos os signos da imagem expõem a condição vexatória de um prisioneiro de guerra em franca humilhação. A comparação com prisioneiros de grupos terroristas veio-me com um misto de indignação e tristeza. Na imagem dos prisioneiros de guerra, vemos homens igualmente fardados na mesma posição degradante. Sabemos quem são seus algozes, um deles, embora mascarado lá está à esquerda para executar a sentença. Quem são os algozes destas moças em um país falsamente democrático?

O que não se discute é que ambas as imagens atentam contra os direitos humanos. De joelhos entregamos nossa autonomia, nossa dignidade, nosso corpo e nosso espírito a forças que nos transcendem, contra quem nada podemos. Se os homens prisioneiros de guerra perdem ali sua vida, as moças nas mãos do poder econômico têm sobre o pescoço a adaga afiada do corte do desemprego. A imposição dos joelhos só se pode entender como uma ameaça. Os mesmos patrões que foram as ruas em carreatas, alardeando um falso patriotismo, esbravejando com ferocidade para que voltem seus escravos ao trabalho, não tiveram a dignidade ética de eles se ajoelharem nesse falso protesto. Preferem expor a todos a força e o poder do mundo do Capital.

Seu protesto é uma sentença em tempos de pandemia. Fazem coro com o cínico “E Daí?” que vem de seu presidente. Poucos lhes importa a sorte destas pessoas, pouco lhes importa se nesta guerra biológica, que põe de joelhos igualmente muitas nações, que morram estas ou aquelas, importa-lhes tão somente que diante desta crise fique de pé, e não de joelhos, seu império. E daí que tantos morram, e daí que haja pobres, e daí se não trabalhem por estar desempregados, acossados pela fome. E daí? Nada importa. Sempre foi esta a postura do sistema capitalista. O desdém e o cinismo, regados com a hipocrisia das pretensas caridades, sempre estarão dispostos a pôr de joelhos os fracos, os oprimidos e a classe trabalhadora.


Edilberto C. – Educador Sim
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quinta-feira, 26 de março de 2020

ANÁLISE DE CONJUNTURA FEITA ÀS PRESSAS * Valdi Gonçalves - PA

ANÁLISE DE CONJUNTURA FEITA ÀS PRESSAS

-hora de dar tchau-


A ESTRATÉGIA DA CLASSE DOMINANTE:

Bolsonaro não é o imbecil que aparenta ser, ele ir à televisão falar que o coronavírus não passa de uma gripezinha e que está errado o povo ficar confinado, na verdade é a sua maior estratégia ou jogada política para se manter no poder com o apoio de um setor da população.

Primeiro é importante entendermos que na verdade, nesse momento é quase impossível ele ser derrubado, isso devido a duas razões principais. A primeira é relacionada ao fato que mesmo embora um setor da burguesia e várias instituições de poder, estejam na prática e objetivamente se posicionando contra ele, a consciência geral da burguesia, mais do que nunca, nesse momento de crise abrupta do capital, está absolutamente ciente da necessidade que esteja no poder, justamente um governo como esse, que seja capaz das mais absurdas medidas e que mesmo assim goze de um apoio incondicional de um setor da população, capaz de sustentá-lo. Por isso, a burguesia, aquela que sempre fica escondida atrás da vitrine (e que é a que de fato manda) não vai permitir que ele seja derrubado, por mais que seja instaurado um impeachment, pois não é atoa que foram colocados cabrestos de dinheiro na maioria dos deputados do congresso por esses senhores.

A outra razão fundamental que aponta que ele não será derrubado é o fato de que isso só poderia acontecer, se ocorresse grandes manifestações de rua, capazes de ao menos sugerir a possibilidade de uma insurreição popular. Mas justamente nesse momento da crise é do medo gerado pelo aumento da proliferação do coronavírus, sabemos que esse tipo de manifestações não ocorrerá.

Portanto, creio que podemos afirmar que ao menos, nesse momento da conjuntura, Bolsonaro não será derrubado.

Para compreendermos essa conjuntura que vivemos é importante entendermos que a estratégia de Bolsonaro, para o momento que vivemos, não é só de Bolsonaro, mas do conjunto da classe dominante, pois essa estratégia está à serviço dos interesses dessa classe enquanto um todo. Ocorre que para uma sociedade de classes existir, ou seja, para uma classe social extremamente minoritária e que vive às custas da maioria da população, se manter no poder, são necessários vários fatores e condições, mas principalmente uma certa sincronia entre os parasitas sociais, mesmo quando não exista acordo total entre os mesmos, postura essa absorvida e aperfeiçoada pelas suas lições e experiências históricas obtidas pelos séculos de evolução dessa classe social.

Assim, quando Bolsonaro fala que devemos ser contra o isolamento social das pessoas, ele tá dizendo para o setor mais alienado da população, que esse não é um problema tão grande assim e por essa razão, logo, tudo isso vai passar, ou seja, Bolsonaro continua fazendo o que sempre fez, falando o que o povão quer ouvir. Logicamente, ele faz isso porque sabe que não é só ele que governa o país, existem outros atores que também participarão desse jogo, justamente se contrapondo a ele, esses atores são principalmente os governadores que não seguirão as orientações estapafúrdias de Bolsonaro e manterão o isolamento social, impedindo que se proceda uma tragédia maior. 

Se lá na China, país com uma densidade geográfica bem maior que a Brasileira, eles conseguiram conter a proliferação do vírus e isso, mesmo sem eles não terem tido como se preparar anteriormente de forma adequada para enfrentar o problema. Já aqui no Brasil, embora nosso país seja bem mais atrasado em vários aspectos, diferentemente da China, as expectativas são que também ocorrerá um grande número de mortes, tal qual na China, mas proporcionalmente, com bem menos vítimas, ou seja, o Brasil também conterá a epidemia, mas com melhor êxito. Sendo assim, podemos prever Bolsonaro aparecendo na televisão dizendo: "eu não disse que era só uma gripezinha" e mais que isso dirá: "Se tivessem seguido minha recomendação, não teríamos tantos prejuízos na economia, agora para nos recuperamos o sacrifício do povo terá que ser maior".

Temos que ter clareza que a classe dominante é uma classe parasitária e que para existir precisa justamente ser um parasita social que suga com sua simples existência, toda e qualquer possibilidade dos trabalhadores desfrutarem de uma vida digna. Não podemos ter dúvida que para essa classe social defender seus interesses de classe ela é capaz de fazer qualquer coisa, pois para eles morrer por conta de um vírus não é muito diferente deles perderem suas fortunas, o que também meio que simbolizaria a morte dos mesmos. O que, no entanto, eles estão fazendo no momento, não é nada disso, não estão AINDA arriscando suas vidas, o que estão fazendo na verdade é blefando com o povo e formaram uma equipe na mesa desse pôquer para combinar o jogo contra os trabalhadores. Um (Bolsonaro) diz que vai fazer uma jogada suicida, mas os outros (Governadores e a grande mídia) o bloqueiam para assim o time deles continuar no controle absoluto da mesa, no final do jogo, embora grande parte do povo tenha sobrevivido, ninguém de fato terá ganho esse jogo e poderá ser difícil a reconstrução da sociedade aos moldes da dominação de classe anterior à crise. Para isso eles precisarão de alguém dizendo que tudo tá assim porque não quiseram fazer sacrifícios e esse alguém terá um bando do próprio povo apoiando suas idéias.

O que devemos fazer: Esse é o momento da propaganda agitativa. Precisamos convencer o povão que crise do vírus só provoca crise econômica nessa sociedade capitalista, onde a propriedade privada é dominante. Essa na verdade é uma grande oportunidade para a consciência da classe voltar a se propagar entre os trabalhadores, afastando assim, inclusive a crise ideológica. Temos que deixar claro para o povo que as mortes de vidas humanas proposta por Bolsonaro não é para impedir que mais seres humanos morram de fome no futuro, ele tá defendendo isso justamente pra justificar uma política de fome que  matará milhares de pessoas, exclusivamente para salvar suas fortunas.

Valdi Gonçalves - PA
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sábado, 30 de novembro de 2019

Bilhete Para Um Operário # Lourenço Diaféria - SP

Bilhete Para Um Operário


Matéria do  jornalista Lourenço Diaféria na Folha de S. Paulo no dia do julgamento de Lula em outubro de 1980, portanto há 39 anos, enquadrado na Lei de Segurança Nacional dos generais, por haver liderado as greves operárias de 1979 e 1980 no ABC paulista.


BILHETE PARA UM OPERÁRIO

"Pegaram um dia um operário e disseram-lhe:

Senta-te no banco dos réus.

És acusado de haveres nascido com sonhos na cabeça. És acusado de teres os cabelos encaracolados. És acusado de teres bigodes vastos, negros, provocativos.

És acusado de teres alguns pedaços de dedos a menos que o comum dos mortais, podados pelas engrenagens das máquinas.

És acusado de ficares pelas esquinas conversando em voz baixa com amigos enquanto a luz dos postes te ilumina o suor do rosto. És acusado de terem te visto no bar dando gargalhadas.

És acusado de tua casa ter um pequeno jardim com grama e flores.

És acusado de conheceres a sinfonia das sirenes das fábricas anunciando a aurora do primeiro turno.

És acusado de seres reconhecido na portaria e todos te cumprimentarem, e te baterem levemente nas costas com alegria, e te dizerem: olá, meu chapa.

És acusado de inventares um partido que não é o único, mas não se confunde com siglas e teorias de alfarrábios envelhecidos.

És acusado de fazeres discursos de improviso com vigor e garra que nascem do fundo das vísceras do espírito.

És acusado de não seres magro nem raquítico como teus irmãos deviam ser.

És acusado de jogares baralho e dares dores de cabeça aos homens sérios deste país.

És acusado de usares gravata em vez de macacão, vestindo-te com roupas só permissíveis no enterro do melhor amigo.

És acusado de frequentar reuniões e discutires com sábios e iluminados sem pedir licença nem apresentar diploma.

És acusado de te haverem visto com ministros, criaturas importantes, e não te ocorrer submeter-se a elas.

És acusado de não teres te colocado no lugar cavado para o oprimido.

És acusado de haveres gritado com toda a força de teus pulmões fuliginosos.

És acusado de teres filhos bonitos e uma mulher doce, que devia ser feia e talhada a foice.

És acusado de não seres rapaz comportado, meigo, gentil, acetinado.

És acusado de conheceres a prensa, e não te afugentar o ronco que ela faz na madrugada.

És acusado de quereres a pátria livre, e livre, também, o coração e os sentimentos do homem.

És acusado de rezares e de pôr a boca no trombone quando todos se calam e descreem de Deus e dos homens.

És acusado de teres o desplante de ser líder num país desnaturado onde quem levanta a fronte é triturado.

És acusado de haveres perdido a paciência de esperar pelo futuro que não chega nunca.

És acusado de usares sapatos de couro, quando o normal é sandália havaiana.

És acusado de romperes as cadeias invisíveis que amarram teus braços peludos e tuas mãos penadas.

És acusado de atraíres os operários com tua voz, teu berro, teu silêncio, teu olhar, tua dor, tua ânsia, teu mistério, e saberes contar, sorrindo, tristes histórias recolhidas em barracos e cômodos e cozinhas.

És acusado de estares em pé, quando devias estar de bruços, de borco, exangue e vencido.

És acusado de não seres o que queriam que tu fosses.

Meu caro operário sentado no banco dos réus, por favor, recebe este recado:
Se existir mesmo essa senhora difusa e vaga a que chamam Justiça, confia nela.

Não creio que essa matrona seja cega."

Lourenço Diaferia
Nascido e criado no Brás, Lourenço Diaféria é jornalista e escritor. Foi cronista da Folha de S. Paulo e colaborou em vários jornais. Publicou, entre outras obras, Um gato na terra do tamborim (1976), O invisível cavalo voador (1990) e O imitador de gatos e outras crônicas (2000).  28/08/1933-16/09/2008.
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domingo, 14 de outubro de 2018

ORGANIZAR-SE * Antonio Cabral Filho - Rj

*ORGANIZAR-SE*


Vejam meus irmão o que é a necessidade de ORGANIZAR-SE. Percebam que não depende de nossa vontade individual, mas de exigências reais. 
As condições objetivas - situação social, econômica, psicológica - sobrepoem-se às condições subjetivas - nossa predisposição. Quando chega a esse patamar, somos obrigados a nos organizar. E nesse momento, não importa a forma que vamos escolher. Não tem que ser um PARTIDO POLÍTICO específico. Basta que encontremos o meio necessário de nos agruparmos com pessoas do nosso padrão social de maneira que nos permita a AUTO DEFESA  de um conjunto de pessoas. Nesse momento aquelas formas já conhecidas, como partidos legalizados, sindicatos, associações de bairro, entidades culturais etc, não se mostram seguras, pois são abertas a todo tipo de gente, nem sempre de confiança. Daí é que surge a necessidade de NOVAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO. Elas devem surgir da necessidade real de todos nós. Lembro que ninguém precisa ser marxista, leninista, comunista para se defender. Devemos respeitar a realidade, geralmente imposta pelo autoritarismo patronal, vinda através de suas forças políticas, tais como líderes prepotentes e partidos fundamentalistas.
Por isso, quero sugerir-lhes a leitura da carta abaixo:
 "
CARTA AOS PROFESSORES

Próximo à data em que se comemora o Dia do/a Professor /Professora, faço um depoimento no sentido de colaborar para o debate entre meus pares, estudantes e as pessoas que defendem a DEMOCRACIA, com todo o respeito ao contraditório


Eu sou Malvina Tuttman, Professora Titular da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Unirio, com 50 anos de pleno exercício profissional no magistério, na educação básica e na educação superior.

Como uma cidadã e na qualidade de educadora apaixonada defendo a democracia plena. Com a mesma veemência, combato o fascismo e o nazismo em todas as suas manifestações. Meus alunos e alunas são, certamente, testemunhas dessa minha forma coerente de estar no mundo.

No atual momento, o nosso país já vive situações alarmantes, que se assemelham, e servem como sinais de muita atenção, ao que houve de mais terrível na história mundial contemporânea: o nazismo.

Também, naquela época, por volta de 1939, as pessoas não acreditaram que seria possível ocorrer o holocausto – o assassinato de milhões de pessoas que eram consideradas “indesejáveis”, motivado por diferenças étnicas,  religiosas e, por vezes, sócio-políticas, como os negros, os ciganos, os judeus, os gays, os deficientes físicos entre outras minorias. 

Fica claro que os valores novamente estão perdendo o valor do humano, estão sendo banalizados, dando espaço para discursos de ódio, semelhantes aos que deram origem ao nazismo e ao fascismo, fazendo surgir no Brasil o fenômeno chamado “bolsonarismo”.

No atual momento das eleições de 2018, não se trata, como em anos anteriores, de fazer opção por um partido político. Trata-se da democracia versus uma escolha de um governo totalitário.

Portanto, é preciso união para fortalecer e manter o afeto, a solidariedade, o respeito ao diverso, a liberdade de expressão que caracterizam a democracia, e que são princípios defendidos pela maior parte da população brasileira, evitando, enquanto há tempo, um retrocesso social e político em nosso país.  Ainda é possível evitar que o Brasil entre, vergonhosamente, para a história como o país que retoma o fascismo como forma de governo, em pleno século XXI.

Por isso, voto em Haddad e Manuela para a presidência do Brasil e em Eduardo Paes e Comte Bittencourt para governar o Estado do Rio de Janeiro e, assim, preservar a DEMOCRACIA no nosso país

 Muita esperança no nosso dia, e para além dele. 

Beijos,

Professora Malvina Tuttman - Rj
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