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domingo, 22 de janeiro de 2023

BOLÍVAR VIVE! * Coordenação Nacional Bolívar Vive / Venezuela

 BOLÍVAR VIVE!

República Bolivariana da Venezuela

20 de janeiro de 2023


*2023:*

*ANO DE ORGANIZAÇÃO*

*E LUTA POPULAR REVOLUCIONÁRIA*


Irmãs e irmãos habitantes da Pátria Bolivariana recebem uma saudação sincera e afortunada, cheia de esperança e otimismo, a respeito do novo ano. Em *¡Bolívar Vive!* acreditamos que para obter resultados diferentes dos alcançados é necessário fazer diferente.


Postulamos este raciocínio básico e correto para que seja sempre lembrado como princípio e guia do nosso trabalho neste complexo, exigente e difícil ano de 2023, tanto em questões e projetos pessoais como familiares e sociais.


Diante dos múltiplos e agudos problemas enfrentados pela sociedade venezuelana, principalmente produto das agressões das potências imperialistas; a qualidade e direcionalidade da gestão governamental; a situação e atuação das organizações populares e revolucionárias, etc., *Bolívar Vive!* considera que para alcançar diferentes resultados durante este ano de 2023 é necessário avançar em um processo resoluto de empoderamento e liderança popular, no âmbito de defesa, retificação e aprofundamento da Revolução Bolivariana.


Assim, a questão ou questão que pode produzir diferentes resultados no evento nacional durante este ano de 2023 é o fato de que as organizações que compõem o Acampamento Popular e Revolucionário Venezuelano são capazes de promover um intenso e rigoroso processo de organização e luta popular. já que dela depende em grande parte o futuro da Revolução Bolivariana e, portanto, da Pátria.


Nesta ocasião, vamos pronunciar-nos sobre algumas questões que voltaram a ser reveladas, o que faremos nos seguintes termos:


*Primeiro:* Chega de clemência e impunidade para fascistas, golpistas, agentes do imperialismo e outros transgressores da ordem jurídica institucional da República Bolivariana da Venezuela.


Es un clamor popular que quienes han promovido y desarrollado acciones en función de la recolonización de Venezuela, el derrocamiento del gobierno constitucional, la invasión militar, el bloqueo, el robo de activos públicos en el extranjero, etc., deben ser ejemplarmente sancionados conforme a direito.


A Constituição não é um livrinho ou uma plasticina que se conforma ao capricho de quem a manipula. É o instrumento jurídico superior que contém o mandato do povo construído sobre o exercício mais democrático da soberania popular, ou seja, o Referendo de Aprovação de 15 de dezembro de 1999. Conseqüentemente, seu desconhecimento, violação ou não aplicação significa desconsiderar o direito popular mandato, implica zombar ou ignorar a vontade do povo venezuelano.


As autoridades públicas e, em geral, os compatriotas são obrigados a cumpri-lo e a fazê-lo cumprir. Nenhum argumento é admissível para justificar e explicar sua flexibilização, renúncia, suspensão ou qualquer forma que reduza sua eficácia e integridade.


Há uma evidente incoerência entre os discursos e as ações específicas de certas autoridades públicas contra aqueles que têm sustentado uma prática constante de caotização da vida do país como parte de uma estratégia de destruição do que a República Bolivariana da Venezuela supõe, significa e implica. .


De fato, por um lado, com razão, é apontado publicamente que Guaidó e seu bando de bandidos; os representantes dos partidos da aliança G4; os hierarcas da Igreja Católica, etc., perpetraram crimes contra o país contra a Venezuela e, por outro lado, não há nenhum órgão ou instância do Estado que materialize ou materialize qualquer ação de justiça contra esses criminosos, que, além disso, livremente Eles viajam por todo o país.


Resumindo, tudo fica em discursos, propagandas e diatribes nas redes sociais, no máximo, uma ou outra medida contra quem está fora do país; estas medidas, que nunca afectam os seus bens e fortunas ilícitas, uma vez que não são decretadas medidas de apreensão ou confisco dos seus bens.


Enquanto isso, intensifica-se a deterioração das instituições da República; a ética social é degradada; a credibilidade, confiança e prestígio do governo nacional são afetados negativamente; propicia-se a desmoralização e o descontentamento da militância revolucionária; questiona-se o papel da direção política das organizações e partidos que compõem o Grande Pólo Patriótico, em suma, anula-se o potencial transformador do processo bolivariano e coloca-se em sério risco a continuidade da Revolução Bolivariana.


*¡Bolívar Vive!* é a favor da promoção urgente de um amplo movimento social visando resgatar a função social das sanções, em tal contexto, desmascarando qualquer pretensão para justificar a não aplicação da Constituição e da Legislação Penal nacional; exigir das autoridades do Sistema Nacional de Justiça o pleno e tempestivo cumprimento de suas obrigações, portanto, o julgamento e punição dos responsáveis ​​por terem promovido e executado ações contrárias aos interesses e direitos do povo venezuelano, em suma, desenvolver o devido coordenação entre organizações populares e revolucionárias para realizar ações que impeçam a instauração da impunidade no país.


*Segundo:* Não condenamos nem qualificamos as lutas populares pela defesa e ampliação dos direitos contemplados em nosso ordenamento jurídico como processos lesivos aos interesses da Nação e, portanto, à Revolução Bolivariana.


Já dissemos e reiteramos mais uma vez: no processo de construção do socialismo, a luta de classes não cessa. Ao contrário, torna-se o motor que impulsiona a transformação, em cujo contexto é decisivo que a militância popular e revolucionária assegure e dê às lutas uma correta direção política, na perspectiva de garantir a estabilidade do processo revolucionário, a governabilidade e a a superação das deficiências, erros e desvios que impedem o avanço rumo a patamares mais elevados de soberania, independência e justiça social.


Como dinâmica política e organizacional, reivindicamos as lutas pelo respeito, efetividade e progressividade dos direitos da classe trabalhadora venezuelana. Neste momento, aqueles que com autêntica sinceridade revolucionária e classista se desenvolvem em busca de aumentos ou reajustes salariais, no âmbito do resgate do poder aquisitivo das amplas maiorias populares que compõem a Nação.


Estamos cientes de que agentes e organizações a serviço das potências imperialistas promovem e incentivam protestos baseados em reivindicações legítimas e justas como parte de seus planos de conspiração e destruição da República Bolivariana da Venezuela.


É óbvio que o que perseguem não são os objetivos que justificam as lutas, mas sim, a partir deles, pretendem, valendo-se de quem delas participa desavisadamente, desencadear conflitos, acontecimentos e situações que subvertem o normal desenvolvimento das atividades do país criar condições que lhes permitam justificar políticas recolonizadoras e imperialistas, ou seja, presidentes interinos, intervenções ou ajuda humanitária, medidas de bloqueio econômico e financeiro, enfim, Maduro vai agora.


Nesse complexo quadro conjuntural, cabe à militância bolivariana, chavista e, em geral, revolucionária participar ativamente das lutas e desenvolver capacidades para conduzi-las, em tal contexto, a desmascarar, isolar, neutralizar e enfrentar os agentes e organizações a serviço das potências imperialistas e do fascismo.


Constitui um grave erro político para o futuro das lutas populares e revolucionárias generalizar em desqualificações e condenações a priori das lutas e daqueles que as dirigem. É vital e decisivo distinguir os agentes da burguesia, do fascismo e das potências imperialistas dos autênticos combatentes populares, dos verdadeiros militantes do sindicalismo classista. Da mesma forma, é fundamental que a prática reacionária de criminalização e persecução das lutas populares seja enfrentada com a maior responsabilidade e firmeza. Da mesma forma, devemos proceder nos casos e situações em que os Direitos Humanos sejam comprometidos.


A realidade do país exige que todas as organizações populares e revolucionárias produzam ideias, propostas e abordagens baseadas na busca de soluções para os problemas que nos afligem. Nesta ordem, é prioritário construir instâncias de articulação e integração com vista ao aumento das capacidades de convocação e luta em todos os âmbitos e dimensões.


Por outro lado, importa ter presente que não basta conseguir aumentos ou reajustes salariais, há que especificar a implementação de medidas e mecanismos que assegurem o combate enérgico e frontal a todos os crimes económicos.


Com efeito, tem sido uma constante que por ocasião de aumentos salariais ou compensações se desencadeie uma vaga de práticas comerciais e económicas ilegais que tornam ilusórios os referidos aumentos ou ajustamentos, sem ativar mecanismos institucionais ou sociais que detenham ou combatam essas condutas criminosas.


 Nesse sentido, as autoridades públicas competentes devem exercer as responsabilidades e poderes que lhes são conferidos pela Constituição e demais leis da República, pois a omissão do tempestivo e efetivo cumprimento de suas obrigações se traduz em uma situação de tolerância e permissibilidade que acaba promovendo a especulação, a usura, o entesouramento, etc., como práticas comerciais e econômicas que minam qualquer política voltada para a defesa e fortalecimento do poder aquisitivo das amplas maiorias populares.


Nessa ordem de ideias, é fundamental que o Ministério Público (MP), a Superintendência Nacional de Defesa dos Direitos Socioeconômicos (SUNDDE), a Superintendência das Instituições do Setor Bancário (SUDEBAN) e demais entidades que controlam e fiscalizam as atividades econômicas, comerciais , os organismos financeiros e monetários lançam uma intensa e massiva ofensiva contra todas as práticas que contribuam para consolidar e expandir a inflação.


Os assuntos relacionados com a defesa e preservação do valor da nossa moeda nacional requerem um tratamento urgente e exclusivo, uma vez que, mais uma vez, o bolívar é alvo de ataques como parte da estratégia destinada a travar e travar o processo de recuperação económica que tem vindo a ser alcançando O dólar criminoso deve ser combatido de forma contundente por meio de uma política que envolva tanto os entes públicos competentes em matéria financeira e monetária quanto as organizações do Poder Popular, tendo em vista que é preciso adotar novas medidas em tudo o que se refere às operações de câmbio, câmbio mercado, circulação, etc. da moeda norte-americana.


Existem evidências suficientes para afirmar que na Venezuela a inflação ou hiperinflação não é exclusivamente resultado da ação de certos agentes políticos e econômicos, mas também produto da debilidade ou falta de controle e fiscalização do Estado.


*¡Bolívar Vive!* é a favor de promover o empoderamento popular revolucionário e a mobilização popular para enfrentar esses agentes desestabilizadores da dinâmica econômica, bem como exigir que as autoridades públicas competentes cumpram suas obrigações ou acompanhem e apoiem os planos que são promovidos em para combater os crimes económicos.


Finalmente, reconhecemos e reivindicamos o compatriota Nicolás Maduro como Presidente Constitucional da República Bolivariana da Venezuela. Defenderemos seu mandato até o último segundo de seu mandato constitucional. Para nós, Nicolás Maduro será o Presidente da República até que o povo soberano da Venezuela, de acordo com a Constituição, assim o decida.


Difúndase en las Redes Sociales.


*BOLÍVAR VIVE A LUTA CONTINUA!*


*CHAVEZ VIVE, A LUTA CONTINUA!*


*MADURO É NOSSO PRESIDENTE!*


*BASTA DE IMPUNIDADE PARA FASCISMO E GOLPE!*


*PARA PROMOVER A ORGANIZAÇÃO E A LUTA POPULAR!*


*O SOCIALISMO SE CONSTRÓI NA LUTA!*


Subscreva, na República Bolivariana da Venezuela, em 20 de janeiro de 2023, a Coordenação Nacional de *¡BOLÍVAR VIVE!* De acordo com os comunicados emitidos, o número 2 corresponde a ela.

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sábado, 21 de janeiro de 2023

PROHIBIDO OLVIDAR Francisco Felipe Ojeda Negretti * Coordinadora Simón Bolívar / Venezuela

PROHIBIDO OLVIDAR
Francisco Felipe Ojeda Negretti

Francisco Ojeda Negretti, seudónimo “Víctor”, miembro del Frente Guerrillero Ezequiel Zamora, en los llanos, estados de Apure y Barinas.

Hijo de Magdalena Negretti, revolucionaria y comunista comprometida con el proceso de lucha armada, por ende miembro de una familia de comunistas y combatientes guerrilleros, Fedor y Baltazar Ojeda Negretti, Cmte. “Elias”.
Francisco Ojeda Negretti es detenido el 15 de enero en una alcabala militar.
El SIFA lo lleva a Barinas, se presume por información que a la Marqueseña, y luego trasladado al Teatro de el Tocuyo, TO3, en el estado Lara, de donde lo desaparecen.
En homenaje se funda el Destacamento Guerrillero Felipe Ojeda Negretti.
Rescatando la Memoria Histórica.
Arriba los que luchan ! ! !
La única lucha que se pierde es la que se abandona ! ! !
Solo la lucha nos hará libres ! ! !
Desde Venezuela Tierra de Libertadores a 531 años del inicio de la Resistencia Antiimperialista en América y a 212 años del inicio de nuestra Independencia.

Coordinadora Simón Bolívar
Caracas - Venezuela
Enero 2023.

terça-feira, 31 de maio de 2022

EL PRIMER JUAN VICENTE * Por Douglas Zabala / Col

 EL PRIMER JUAN VICENTE

Por Douglas Zabala / Col


Sabías que Juan Vicente González nació en Caracas el 28 de mayo de 1810 cuando apenas habían pasado días de darse la revuelta del 19 de abril, aunque él mismo en su libro “Historia del poder civil en Colombia y Venezuela” refiere haber nacido un año después que Venezuela diera el grito de independencia.  A este excelente escritor, periodista de ejercicio y activista político, se le conocerá más por su verbo encendido y por ser uno de los fundadores del Movimiento liberal en el siglo XIX. 


A Juan Vicente, la niñez y parte de su juventud le transcurre en medio de la guerra independentista, ambiente que lo marcará y le hará vincularlo una vez constituida la nueva república, a sus avatares políticos. Cuando en 1827 Bolívar se aparece por última vez en Caracas, Juan Vicente con sus 17 años, tuvo la oportunidad de conocerlo en los pasillos de la Universidad de Caracas donde estudiaba. 


González estudia en el convento de los padres neristas, allí es su mentor el padre José Alberto Espinosa. En la Universidad lo orientará el sacerdote José Cecilio Ávila. En esta casa de estudios obtiene el grado de Bachiller en 1828 y de Licenciado en Filosofía en 1830.


Juan Vicente en principio asume su militancia alrededor de las ideas liberales y es así como aparece en 1840 al lado de Antonio Leocadio Guzmán y Tomás Lander entre los impulsores del periódico El Venezolano. Terminará asumiendo partido al lado de los conservadores.


Este atribulado de la militancia política tendrá un papel más exitoso como escritor, y al respecto debemos recordar cómo en 1842 escribió su Poema al libertador titulado “Mis Exequias a Bolívar” para después en 1846 hacer gala de su prosa con “Las Mesenianas”.  En 1854 publica la sátira en versos “El baile en Caracas” y en 1862 “Ecos de las Bóvedas” y por último fundara en 1865 la Revista Literaria.


Juan Vicente asume el rol de educador cuando el 1° de marzo de 1849 junto a otros ilustres venezolanos fundan el “Colegio El Salvador del Mundo”. En paralelo a esta actividad asume la pasión del periodismo y también funda los periódicos “El Heraldo” y el “Diario de la tarde” convirtiéndose así en uno de los pioneros del periodismo venezolanos en el siglo XIX.


A pesar de su tránsito por los orígenes del liberalismo, Juan Vicente pasará hacer un fervoroso defensor de las tesis políticas de los conservadores, lo que lo llevará a enfrentarse a sus antiguos camaradas, liderizados por Antonio Leocadio Guzmán.


Dos veces estuvo preso por sus afanes en la lucha política. La primera en 1859 cuando se enfrenta a los defensores del federalismo y va a pagar condena en la Guaira y la otra en 1861 cuando lo recluyen en La Rotunda, por enfrentarse al gobierno de Páez conocido como el periodo de la dictadura. 


Para tener una idea de cómo concebía el ejercicio de la actividad política este primer Juan Vicente, quien no tuvo la fortuna de gobernar como si lo hizo en el siglo XX su tocayo Juan Vicente Gómez, veamos los que nos dice en unos de sus escritos publicado en su periódico “El Heraldo” el 11 de mayo de 1860: "Fuera del gobierno no hay salvación para nosotros; el que no recurriese a él como el Arca de Noé, perecerá entre las ondas de la anarquía”. Este es otro saber republicano.

*

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Massacre de Cantaura * Coordinadora Simon Bolivar / VEN

MASSACRE DE CANTAURA

CANTAURA

foi um dos mais horrendos massacres cometidos pela atual oposição venezuelana quando esta estava no poder. Foi um massacre de jovens e adolescentes por forças militares em parceria criminosa com a direita civil, a imprensa e todas as grandes instituições da Venezuela. Foi um massacre silenciado pela imprensa dominante do mundo que se diz democrático, a mesma imprensa que continuar a celebrar os autores desses massacres como anjos do bem.


Quando comecei a me interessar de perto pelo que estava acontecendo no país de Bolívar, não me foi difícil colher informações históricas sobre o regime de terror absoluto que vigorou na Venezuela entre 1958 e 1998. Um regime de terror com todas as letras, feito de prisões arbitrárias, torturas, assassinatos absolutamente macabros, como drogar presos políticos e lançá-los ao mar desde helicópteros militares, e ainda bombardeios de aldeias indígenas e campesinas.


Na minha ingenuidade, pensava que todas as pessoas que estão atuando na sociedade faria o mesmo, se informariam, levantariam o históricos dos atores políticos em luta naquele país... Para minha amarga decepção, percebi que demasiada gente anda repetindo desinformações midiáticas

e barbaridades históricas sem o menor cuidado. 


Perdão, mas acho isso imperdoável!


Reitero: CANTAURA foi apenas um dos vários massacres de civis cometidos por forças políticas que há pouco tempo queimaram 14 pessoas vivas nas ruas de Caracas. E essas forças políticas que queimam gente viva nas ruas de Caracas por terem "cara de pobre chavista" encontram condescendência e até mesmo cumplicidade no meio de organizações sinceramente democráticas em nosso país. Isso tem de cessar. É preciso que nos informemos sem medo de contrastar as mentiras líquidas que tentam se solidificar como verdades.

04/10/21 09:15 - EmersonXavier: A los Puebblos y Gobiernos del Mundo


Al Pueblo De Venezuela,


Al Gobierno Bolivariano de Venezuela,


A los Medios de Comunicación Nacionales e Internacionales,


A la Opinión Pública Nacional e Internacional,


Al Mundo entero,


Hermanos y Hermanas:


Se conoce como la Masacre de Cantaura al resultado de una operación militar llevada a cabo el 4 de octubre de 1982 por los órganos de seguridad del estado venezolano contra un grupo de insurgentes del Frente Guerrillero "Américo Silva" del Partido Bandera Roja (Venezuela) en las cercanías de la ciudad de Cantaura en el estado Anzoátegui, Venezuela.


En esta operación, cruel y asesina, planeada y ejecutada por los enemigos del Pueblo Pobre, participaron aviones de la Fuerza Aérea Venezolana, cuatrocientos hombres de la Fuerza Armada Nacional y decenas de efectivos de la Disip, para bombardeado un campamento donde se efectuaban una reunión del Frente Américo Silva del partido Bandera Roja, para ese entonces revolucionario, compuesto por cerca de 41 jóvenes revolucionarios, de los que fallecieron 23 combatientes, algunos de ellos que no perecieron luego fueron acribilladas o rematadas por los organismos de seguridad del Estado controlados por el gobierno de Derecha. Dentro de ese grupo hubo sobrevivientes como Alejandro Velásquez Guerra, que más tarde narrarían lo sucedido en el sitio.


Recordar nos hará avanzar:


Es responsabilidad del movimiento revolucionario popular dar a conocer la historia de nuestro Pueblo Pobre y sus luchas, rescatando a nuestros mártires del olvido mediático, luchando contra la alienación de la cultura dominante, promoviendo nuestra identidad nacional, dando a conocer esa realidad, cruda muchas veces, que a muchos les interesa ocultar. Y dentro de ese esfuerzo por mantener vivos los pasos hacia una sociedad más justa de nuestros caídos, se deberá cultivar el pensamiento reflexivo, crítico, creativo e irreverente que caracteriza a los que impulsan los cambios y las transformaciones sociales.


La ironía del no tener convicciones firmes:


El proceso revolucionario que vivimos en Venezuela, es sin duda una de las mejores oportunidades que ha tenido el pueblo para impulsar sus reivindicaciones, desde tiempos de las luchas por la independencia, hace ya más de 200 años. Pero sin duda, como todo proceso social, está cargado de contradicciones, dudas y reveces… muchos de estos, producto de la fundamentación ideológica real, de "convicciones" ambiguas, y de planteamientos planfetarios de corte izquierdista. Esto ha permitido que sectores e individuos de la clase dominante burguesa hayan sido favorecidos e incluso ostenten cargos de poder dentro de la gobernabilidad del Estado. Caso que nos hace recordar, por la vinculación con ésta masacre, a quien se erigiera en el estado Lara como Diputado (PSUV) Róger Cordero quien fue uno de los militares que participó en el ataque del campamento. Así como también el triste rol de traidores en que se han convertido (¿o siempre lo fueron?) los dirigentes de Bandera Roja, otrora frente guerrillero y actualmente un partido político venezolano aliado a la ultraderecha venezolana, liderado por el traidor y entreguista Gabriel Puerta Aponte, el cual usaba sus frentes legales, como lo eran la Unión de Jóvenes Revolucionarios (UJR), El Movimiento por la Democracia Popular (MDP), y el movimiento de educadores Simón Rodríguez (MESR), para captar Cuadros y Militantes, lo que hoy en día nos hace pensar que sería una estructura de contrainteligencia de derecha para ubicar a los jóvenes con fuertes ideales y convicciones revolucionarias para después ser asesinados o torturados, como de hecho pasó.


Nuestro reto: Vencer la Impunidad.


Es de importancia trascendental que logremos, para las futuras generaciones, resarcir histórica, moral y públicamente a las víctimas de las violaciones de los derechos humanos cometidos contra los movimientos sociales durante los gobiernos de Acción Democrática y Copei, ya que la impunidad ante las injusticias ocurridas en la vida política de Venezuela, cuando miles de ciudadanos fueron torturados, asesinados y desparecidos por los cuerpos policiales y los llamados teatros de operaciones en los gobiernos puntofijistas, y hasta ahora no hay responsables de los crímenes, por lo que el Estado tiene una deuda pendiente con la investigación de los hechos, establecer las responsabilidades y rescatar la memoria de lo sucedido, que los culpables paguen por sus delitos.


Víctimas de la masacre


Los muertos en Cantaura fueron:


• Roberto Antonio Rincón Cabrera, (alias Sergio y El Catire, Primer


Comandante del Frente);


• Enrique José Márquez Velásquez (alias Florencio, Segundo Comandante);


• Emperatriz Guzmán Cordero, (alias Sonia o Chepa, Tercer Comandante)


Para el momento de la Masacre de Cantaura era la Tercera Comandante del Frente Guerrillero Américo Silva. Emperatriz Guzmán se convierte en la Primera Mujer Guerrillera del Oriente Venezolano al subir al Frente Guerrillero Antonio José de Sucre, fundado por el legendario Comandante Guerrillero Américo Silva y Luis Tinéo Gambóa, entre otros.


• Sor Fanny Alfonzo Salazar (alias Patricia y Pat, Miembro de la Comandancia);


• Carlos Jesús Arzola Hernández;


• José Miguez Nuñez, (alias Rivas y el españolito);


• Mauricio Tejada, (alias Plaza)


• Carmen Rosa García, (alias Rosi);


• Ildemar Lorenzo Morillo;


• Carlos Alberto Sambrano Mira; (alias Jaime)


• María Luisa Estévez Arranz (alias Natalia);


• Antonio María Echegarreta Hernández;


• Beatriz del Carmen Jiménez, (alias Maira);


• Baudilio Valdemar Herrera Veracierta;


• Jorge Luis Becerra Navarro, (alias Gilberto);


• Eumennedis Ysoida Gutiérrez Rojas, (alias Heydy);


• Diego Alfredo Alfonso Carrasquel;


• Luis José Gómez;


• Eusebio Martel Daza (alias Domingo);


• Rubén Alfredo Castro Batista;


• Nelson Antonio Pacín Collaso; (alias Freddy)


• Julio César Farías Mejías


• José Ysidro Zerpa Colina.


La Masacre de Cantaura (1982), de Yumare (1986), del Amparo (1988), del Caracazo (1989), de Abril (2002), de Kennedy (2005), del Táchira (2009), de Coro (20113), de las diversas masacres perpetuadas en las cárceles venezolanas en complicidad con funcionarios del Estado, del asesinato de nuestros hermanos indígenas por defender las tierras que le han sido arrebatadas, de los cientos de líderes sociales que han sido ejecutados, torturados, asesinados y desaparecidos durante la historia contemporánea de nuestro país, y los cientos de ciudadanos que mueren a manos del hampa; son hechos que debemos recordar y con los cuales tenemos el compromiso histórico, Patrio y revolucionario de reivindicarlos en la lucha e intentar, por todos los medios, de que se haga justicia y no sucedan nunca jamás en estas tierras de Libertadores.


¡JUSTICIA! ¡NO MÁS IMPUNIDAD!


Con Bolívar y Chávez, decimos a la carga ! ! !


Arriba los que luchan ! ! ! 


Solo la lucha nos hará libres ! ! ! 


Prohibido olvidar ! ! ! 


Coordinadora Simón Bolívar 

Caracas - Venezuela 🇻🇪.

Octubre 2021.


sábado, 8 de maio de 2021

¿A dónde van los desaparecidos? * Freddy Parra/VEN

 ¿A dónde van los desaparecidos?

Freddy Parra/VEN


 Busca en el agua y en los matorrales?

  ¿Y por qué es que se desaparecen?

Porque no todos somos iguales?

¿Y cuando vuelve el desaparecido?

Cada vez que los trae el pensamiento?

¿Cómo se le habla al desaparecido?

Con la emoción apretando por dentro

 *Rubén Blades* (Canto-autor Panameño)


Este 8 de mayo se cumplen 9 meses de la Desaparición Forzada o involuntaria del dirigente político y profesor Carlos Lanz Rodríguez, ocurrida en Maracay. Hasta el momento la obligación que tienen los órganos judiciales de investigar y sancionar este tipo de delito de lesa humanidad no han concluido en nada, salvo muestras formales de apoyo, lo cierto es que literal y realmente, estamos en presencia de un delito “extrajudicial” o de conspiración interna…


En Resolución 33/173 de 1978 de la Asamblea General de las Naciones Unidas se acuerda  la declaración de condena política mundial a las desapariciones físicas que venían ocurriendo en diferentes partes del mundo, en Latinoamérica aparece con mayor intensidad, con las dictaduras militares de Brasil, Argentina, Paraguay Uruguay y Chile en los años 70 del siglo XX. Entre Diciembre 2006 a diciembre de 2010 se concreta la Convención Internacional contra las Desapariciones forzadas atendiendo a la atrocidad de tal práctica contra los ciudadanos que hacen uso de su derecho a la organización y protesta, así como la eliminación de militantes y dirigentes de la izquierda revolucionaria.


No, de ninguna manera podemos admitir y resignarnos, ante la desaparición del Profesor Lanz Rodríguez, mucho más cuando se trata de un importante aliado del proceso político que se vive en Venezuela. Nos nos hablen de “paciencia y calma” son 9 meses, si el tiempo de gestación de una vida, lenta agonía y angustia para familiares, amigos y compañeros. El gobierno del presidente Maduro dispone de todos los medios tecnológicos y policiales para responder a la interrogante, del paradero y destino de Lanz Rodríguez. Están perdiendo inmensa credibilidad en los movimientos sociales y grupos revolucionarios autónomos y determinantes en las alianzas del bloque popular unitario. Se piensa, que si paso < esa vaina>, con Carlos Lanz que era alto y conocido funcionario del gobierno, que queda para el militante de base, de barrio que tiene que lidiar con los errores del gobierno y a la vez defenderlo. Nadie puede ser desaparecido, juzgado y encarcelado arbitrariamente, eso es una política infame de todo fascismo.


POR UNA LINEA EDITORIAL COMÚN DE DEFENSA DE LOS DERECHOS DEL PUEBLO Y LOS DERECHOS HUMANOS. 

 *ENTRE LUCES Y SOMBRAS* , Valencia 08/05/2021.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

COMUNICADO / Corriente Sindical Marxista Leninista/CSML/Venezuela

COMUNICADO

 *CORRIENTE SINDICAL MARXISTA LENINISTA (CSML)*


Los efectos de la crisis general del capitalismo, la crisis cíclica y la pandemia, así como el bloqueo imperialista, los errores de algunos actores del proceso bolivariano y las debilidades del movimiento popular, como de su vanguardia de clase, incluyendo las propias, han llevado a situaciones muy complejas al pueblo de Venezuela que *RESISTE Y LUCHA* contra la agresión del bloque imperialista Estados Unidos - Unión Europea y sus lacayos del grupo de Lima.


Dentro de toda esa complicada realidad, la clase obrera, el campesinado y los comuneros revolucionarios hemos cargado con el mayor peso de toda esa situación, ante lo cual se hace urgente trabajar por la unidad popular para enfrentar las lacras del capitalismo, empezando por el imperialismo que es su fase superior.


*La CSML* como una de las expresiones de la política obrera en Venezuela, que hace vida en la CBST e impulsa dentro de ésta las posiciones de los  comunistas marxista-leninistas, desarrollando una tradición de lucha en defensa de los derechos de los trabajadores en la etapa del proceso bolivariano y desde antes, en la etapa bipartidista de AD y Copei, ha permitido acumular una experiencia y legitimidad para expresar el punto de vista de los verdaderos marxista leninistas de Venezuela, que somos firmes en la acción por la Unidad para luchar contra el imperialismo yanqui y por avanzar hacia la democracia popular rumbo al socialismo, como objetivo trazado en décadas de lucha.


*LOS MARXISTAS LENINISTAS* no podemos dejarnos llevar por la subjetividad, el infantilismo, ni por el sectarismo, es necesario valorar la situación para dar las respuestas adecuadas que nos permitan mantener la lucha contra el enemigo imperialista y contra los patronos capitalistas, fortaleciendo las bases que pueden garantizar el triunfo contra los enemigos yanquis.


Para los revolucionarios, para los marxistas leninistas, es necesario  mantenernos como parte de este pueblo que *RESISTE Y LUCHA* contra la agresión imperialista y tratar de orientar la acción hacia la vía revolucionaria, comprendiendo las características que han permitido al *Gobierno Bolivariano* pararse firme ante una agresión de las más fuertes que se ha experimentado, que han conducido a la paralización de las industrias y de todo el aparato productivo, producto del bloqueo y del saboteo económico, de las debilidades y de otros fenómenos secundarios, pero que han incidido en la profundización de la destrucción de las fuerzas productivas, lo que ciertamente lleva a un empeoramiento evidente de las condiciones de vida de la población.


Es claro que superar la actual situación implica culminar el proceso de *LIBERACIÓN NACIONAL*, avanzar hacia la democracia popular *RUMBO AL SOCIALISMO*, desarrollar las fuerzas productivas, *COLOCANDO LA ALIANZA OBRERO, CAMPESINA Y COMUNAL COMO CENTRO DE NUESTRA POLÍTICA*  y teniendo claro que la división del movimiento popular y las fuerzas revolucionarias solo favorece a los intereses de los imperialistas y sus lacayos, *SEGUIMOS TRABAJANDO CON TODAS NUESTRAS  FUERZAS POR LA UNIDAD DE LOS REVOLUCIONARIOS*.


Consolidar la unidad de los verdaderos revolucionarios pasa por una comprensión de las diversas contradicciones del momento, entender que la lucha de clases durante la fase imperialista del capitalismo, y en especial en los actuales momentos, presenta características particulares que colocan la lucha entre potencias imperialistas (contradicciones inter-imperialistas), entre estas y los países dependientes, así como entre la burguesía y el proletariado en una complejidad dada por la premisa de *QUE LA LUCHA ES NACIONAL POR SU FORMA E INTERNACIONAL POR SU CONTENIDO*. 


Por tales razones, producto de amplios análisis, *NUESTRA POLÍTICA DE APOYO CRÍTICO CON EXIGENCIAS* que se basa en las premisas de la teoría marxista leninista, en especial de las propuestas de la Internacional Comunista que fue capaz de analizar la táctica y estrategia de la revolución en los países coloniales y dependientes y sus nexos con la lucha internacional, sigue teniendo plena vigencia sin que hasta el momento existan mayores elementos para dejar de apoyar a un gobierno de carácter democrático, antiyanqui y que se ha planteado en el discurso *LA NECESIDAD DE AVANZAR HACIA EL SOCIALISMO*.


Entre nuestras propuestas consideramos necesario valorar la activación del aparato productivo, lo que es urgente, pero tiene que garantizarse, no solo la producción, sino que tiene que colocarse en primer término, para lograr ese objetivo, *LOS MECANISMOS DE CONTROL OBRERO REVOLUCIONARIO Y LA PROPIEDAD ESTATAL DE LOS MEDIOS DE PRODUCCIÓN COMO ÚNICO MECANISMO PARA AVANZAR EN EL PROCESO DE LIBERACIÓN NACIONAL*  y la ruptura de las relaciones capitalistas de producción para poder avanzar hacia el socialismo.


El complicado momento político que se vive en Venezuela requiere de los verdaderos revolucionarios, *DE LOS MARXISTA -LENINISTAS CONSECUENTES* y de los trabajadores, campesinos y comuneros en general, una acción destinada para consolidar el triunfo del *Proceso Bolivariano, del SOCIALISMO* y de las tendencias más avanzadas que han logrado desarrollarse durante décadas de lucha y sacrificio del pueblo.   


Ante tales situaciones consideramos necesario avanzar en la consolidación de las distintas formas de organización de la clase obrera y del pueblo todo, desarrollando un correcta política de alianzas y acuerdos entre todos los sectores golpeados y explotados por el capital extranjero y la burguesía nacional, a saber:


1. *Consolidación de las organizaciones sindicales de base*; los sindicatos deben convertirse en escuelas que eduquen y preparen a los obreros  para la lucha y para la correcta interpretación del momento político, identificando la contradicción principal y al enemigo de clase.


2. *Las federaciones nacionales y estadales deben ser espacios verdaderamente de beligerancia contra el capital transnacional y nacional*, ayudando  a romper el carácter local de la lucha sindical para convertirla en la lucha de la clase obrera toda por la liberación nacional y la construcción del socialismo.


3. *Consolidación de los CPT* como vía para avanzar sobre el control obrero revolucionaria sobre la producción y las empresas  por parte de los trabajadores.


4. *Avanzar en la consolidación de Consejos de Delegados de Prevención* por estado, hacia la construcción del consejo nacional de delegados de prevención en el marco de la PANDEMIA DEL COVID19, como garantía de hacer valer las y los derechos de los trabajadores en materia de seguridad, salud y vida en los centros de trabajo.


5. *Consolidar la alianza obrero*. Campesina y Comunal partiendo de la implementación de la política del punto y circulo.


*¡POR LA CONSTRUCCIÓN DEL SOCIALISMO CIENTÍFICO!*


*¡AVANCEMOS EN EL CONTROL OBRERO SOBRE LOS MEDIOS DE PRODUCCIÓN!*


Caracas, 7 de Febrero del 2021 

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domingo, 7 de fevereiro de 2021

ASUNCION DE LA VIRGEN MARIA * Por Ilich Ramírez Sánchez/Venezuela

ASUNCION DE LA VIRGEN MARIA

La subida al cielo de la Virgen María

se celebra el

15 de AGOSTO

Nací en Caracas el 12 de Octubre de 1949 (Día de Ia Raza).


Ni yo, ni mi hermano Lenin, nunca fuimos bautizados. Solo nuestro hermanito Vladimir fue bautizado en la histórica catedral de la Ciudad de México, hecha con las piedras y en el sitio de la Gran Pirámide Azteca.


Venezuela, mi Patria adorada, es el más antiguo país laico del mundo, desde la Presidencia de Guzmán Blanco (1870-1888) y sus reformas laicas, habiendo nacionalizado todas las iglesias católicas y sus propiedades coloniales.


Comunista, creo en Dios, como nuestro ejemplar camarada ortodoxo Estalín. Me convertí al Islam en Octubre de 1975, poco antes de mis 26 años, en el Campo de entrenamiento del Frente Popular para la Liberación de la Palestina (FPLP) "Operaciones Exteriores", en la provincia de Abyan en Yemen del Sur, donde me entrenaba con el comando de fedayines palestinos, libaneses y un iraquí (chiíta y comunista), para atacar el avión de la aerolínea israelí EL AL que venía de la Sudáfrica del Apartheid con escala en Nairobi (Kenia), pues al retirarnos hacia la lejana Somalia, seríamos ametrallados por los helicópteros británicos basados en esa antigua colonia británica... Mis camaradas me exigieron que me convirtiese al Islam para que los condujera hasta el Paraíso, pues seríamos mártires de la noble Causa Palestina. Desde entonces he afirmado mi Fe en el cumplimiento de la Revelación, desde el Antiguo y el Nuevo Testamento hasta nuestro generoso CORÁN.


A causa de nuestra histórica operación de la OPEP en Viena el2I de Diciembre de 1975, no pude dirigir la operación de Nairobi, donde fueron arrestados los miembros (desarmados) del comando.


Participé en 3 veces más de operaciones exteriores de comando que todos los otros fedayines de la Resistencia Palestina y aún estoy vivo.


Por eso me tienen preso ilegalmente en Francia, hasta ahora condenado 3 veces a cadena perpetua por atentados prescritos y sin testigos, incluso cuando la Fiscalía afirma que yo no estaba en Francia, pero que sería "cómplice " de personas desconocidas...


Só1o tengo que volverme un "sapo" al servicio de la CIA y del MOSSAD para que sea liberado.


El Presidente del Sudán me vendió a la CIA, pagado por el gobierno de Arabia Saudita; en su juicio (aún en curso) confirmó haber recibido 100 millones de Dólares enviados por un Rey y por un Príncipe de la Arabia Saudita. Parte de ese dinero (50 millones de Dólares ???) 1o recibió para entregarme sin orden de extradición a un servicio "especial" francés escogido por la CIA (Coffer Black). Al día siguiente de mi llegada a la base aérea de Villacoublay (el 15 de Agosto de 1994), el Presidente Rafael Caldera [adjunto Secretos de familia) l ordena al Canciller Miguel Ángel Burelli Rivas que publique un comunicado declarando que por ser ciudadano venezolano, recibiré asistencia consular; pero sólo a fines de 1997 pudo venir a verme el magnífico nuevo Embajador, Doctor Kerdell Vegas (amigo valenciano de Caldera), pero "acompañado" de un chivato maricón de la Embajada. Ningún Embajador ha podido defender mis derechos, por ser un rehén de los yanquis y de los sionistas.


Espero que el Gobierno de nuestra Venezuela Bolivariana me traerá al fin a mi patria querida, donde podré dar mi ayuda al Gobierno Bolivariana con mi gran experiencia internacionalista.


PATRIA, LIBERTAI) o MUERTE

¡ VENCEREMOS !

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